A incidência de enxaquecas em adolescentes com endometriose

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A incidência de enxaquecas em adolescentes com endometriose

Um estudo realizado em Boston, nos Estados Unidos, teve como objetivo investigar a incidência de enxaquecas em adolescentes com endometriose – doença benigna e tampouco cancerosa, que ocorre por meio do crescimento de um tecido que reveste a parede interna do útero em posições onde não deveria estar – .

Ele contou com jovens cirurgicamente diagnosticadas, recrutadas tanto na comunidade local como em clínicas adjacentes entre os anos de 2012 a 2016, e abordou um extenso questionário sobre o histórico médico, o estilo de vida, o uso de medicamentos e o tratamento de sintomas.

O mesmo foi disponibilizado previamente e respondido de forma adequada, assim como as dores de cabeça e a gravidade da dor pélvica não cíclica foram avaliadas usando uma escala de classificação numérica de 11 pontos.

Os resultados indicaram que aquelas que possuem a enfermidade são mais propensas a ter cefaleia (69,3%) do que aqueles que não tem endometriose (30,7%), assim como a data da primeira menstruação foi associada inversamente com essas chances, visto que as participantes que sentem algum tipo de incômodo na cabeça e possuem endometriose apresentaram mais cólicas que as demais.

Concluiu-se, portanto, que devido à forte correlação, aquelas que se apresentam com essas condições devem ser examinadas para maximizar os benefícios dos cuidados.